Atividades · Dicas · Psieducare Lda

Estratégias para lidar melhor com esta quarentena

Esta é uma fase nova para todos nós. A quarentena ou confinamento é uma situação diferente de tudo o que estamos habituados a viver.

A pensar em si a Psieducare reuniu um conjunto de estratégias que poderão ser postas em prática para otimizar este tempo em quarentena e manter um bom índice de sanidade mental.

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Atividades · Pais

De quarentena com os filhos? Veja estes sites com conteúdos interessantes

Pais,

A fase pela qual estamos a passar é completamente diferente de tudo o que já passámos. Neste momento é importante ficarmos em casa, para o bem de todos.

Assim, como muitos têm filhos, deixamos uma seleção de sites com conteúdos interessantes.


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Objeto de Transição: O que é e para que serve?

A existência de um objeto de transição é normal durante o desenvolvimento de uma criança.

Quem é que não se lembra do Linus de Charlie Brown que se faz sempre acompanhar pela sua mantinha? Ou da Mónica que anda com o Sansão para todo o lado?

Contudo, apesar de ser algo comum e natural, alguns pais mostram-se preocupados e receosos com a dependência que os seus filhos podem demonstrar por determinado objeto, ou até por não manifestarem nenhum interesse em especial.

Um objeto de transição é um paninho, um brinquedo, a naninha, um cobertor ou até partes do corpo como o dedo ou o cabelo. É algo a que qualquer bebé se apega, normalmente a partir do 4º mês de vida, à procura de uma sensação de aconchego e segurança.

 

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Escola pública ou colégio privado, eis a questão!

Uma das principais preocupações dos pais que nos procuram é a escola em que devem matricular o seu filho. São vários fatores tidos em consideração e que pesam nesta decisão, muitas vezes reforçados pela qualidade atual do ensino público e a grande disparidade nele existente, pela apreensão face a um corpo docente, muitas vezes, desmotivado e em estado de Burnout ou pelas mensalidades “exorbitantes” pedidas no ensino privado.

Em primeiro lugar não há nem a escola perfeita nem a escola ideal, independentemente se é pública ou privada. Nenhuma escola atende satisfatoriamente a todos os valores e dinâmicas familiares, à personalidade e necessidades individuais da criança, nem enquadram todos os aspetos valorizados por todas as famílias, uma vez que estes dependem das expetativas, vivências e do próprio contexto da criança.

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Os 7 pecados mortais do Formador

Estamos, sem dúvida alguma, na Era do Conhecimento, em que o saber está à distância de um click e espalhado pelos mais diversificados meios.

Se numa primeira abordagem parece que estamos perante boas notícias, um olhar mais crítico repara que estamos a ultrapassar um dos maiores desafios da pedagogia ou, melhor dizendo, da andragogia, pois falamos de educação de adultos, que nada mais é do que selecionar informações credíveis e com a sua validade e fidedignidade baseadas em evidência.

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“Burnout” em alunos com dificuldades de aprendizagem

Cada vez mais se fala em Burnout, em profissões exigentes e do cuidado para com o outro, como forma de alerta para a realidade deste fenómeno e a necessidade emergente de adotar estratégias preventivas.

Burnout nada mais é do que um síndrome exaustão emocional derivado a um esgotamento emocional, físico e psicológico que leva a uma despersonalização e diminuição de realização pessoal que se traduz numa atitude de frieza e distância perante o trabalho, diminuição do envolvimento profissional, abandono de ideias e valores ligados ao trabalho e sentimento de ineficácia profissional.

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Início das Aulas: Um stress para todos!

Este é o mês do início das aulas, uma altura de alegria, calma, bem estar, motivação… não.. não é! É uma altura de muita confusão, sentimentos mistos, nostalgia, birras, choros, zangas entre pais e filhos, ansiedade, incerteza… tudo isto muitas vezes incorporado numa pequena criança de 1º ano.


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Psieducare Lda

Filme do mês: Rei Leão

O mês de Julho foi marcado pela estreia da versão live-action do Rei Leão, uma reinterpretação da versão original da animação estreada em 1994 pela Walt Disney. O relançamento deste filme não se deve apenas por ser um sucesso de bilheteiras, mas é causa e efeito da sua atualidade, argumento bem fundamentado e podemos dizer educabilidade.

Simba  é um jovem leão cujo destino é tornar-se o rei da selva. Entretanto, uma armadilha elaborada por seu tio Scar faz com que Mufasa , o atual rei, morra ao tentar salvar o filhote. Consumido pela culpa, Simba deixa o reino rumo a um local distante, onde encontra amigos que o ensinam a mais uma vez ter prazer pela vida.

5 Razões para assistir “Rei Leão”

  1. Transmissão de valores

O filme narra a história do herdeiro de Mufasa, Simba, que desde que nasce é preparado pelo pai para se tornar um bom rei, com valores e princípios. São várias as lições transmitidas por ele como a responsabilidade, o sentido de dever e honra, o compromisso, noção de limites, coragem e o amor paternal.

Se Mufasa se revela um rei legítimo e digno pela sua sensatez e coerência na transmissão das suas lições de vida, o Rafiki apresenta-se como um excelente mediador de conflitos internos de uma forma mais leve mas igualmente eficaz.

Quem não se lembra da cena em que ele bate no Simba para lhe ensinar que o passado pode doer e que só temos que aprender com ele?

 

Mas se há problemas em que temos que ter coragem para enfrentar há outros que devemos relativizar e ninguém melhor do que o Timon e o Pumba para nos ensinar isso.

 

2. Valorização das relações interpessoais

O relacionamento interpessoal é apresentado nas suas várias vertentes. Embora reforce o relacionamento paterno e familiar, aborda, também, o relacionamento amoroso entre Simba e Nala, a verdadeira amizade entre o Simba, Pumba e Timon e a obediência e respeito, devido à partilha de objetivos, das hienas para com o Scar.

Ter o Simba como centro dos vários núcleos relacionais demonstra a adaptação dos seus comportamentos de acordo com o contexto em que se encontra: Um Simba mais obediente e respeitador em relação ao pai, um Simba mais corajoso e exibicionista junto da Nala e um Simba mais flexível e aventureiro com a Timon e o Pumba.  Não deixa de ser o mesmo Simba mas são  contextos, expectativas e exigências diferentes que as crianças devem aprender a analisar para que também elas consigam perceber a necessidade de se ajustarem aos diferentes contextos em que vivem.

 

3. O poder traz grandes responsabilidades e pode ser efémero

As lições aprendidas não são só para os pequenotes, os adultos também podem aprender que nem todos estão preparados para mandar.

Este filme sensibiliza para a importância de uma liderança positiva, promovendo o senso crítico, apresentando as duas fases da moeda; por um lado um  Simba, uma criança que está iludida com o poder e é chamado várias vezes à atenção para o facto de este estar a subir-lhe à cabeça e consequentemente estar a ridicularizar-se. Por outro lado o Scar que conquista os seus súbditos pelo medo e autoritarismo.

 

 

Um líder vinga por um exemplo positivo, pelo compromisso e valorização da sua equipa e não por ordens desajustadas e sem objetivo, uma lição deveras útil para contexto laboral e como pais.

 

4. Distinção do bem e do mal

No filme é fácil distinguir o bem e o mau pelas personagens que o personificam.

Ao contrário da maioria dos filmes em que o mau é personificado por uma personagem distante das personagens boazinhas e sem qualquer vinculo afetivo que se tornam numa ameaça imediata, neste é incorporado por Scar o irmão de Mufasa e tio de Simba que quer ser Rei. Apesar de o espetador ver, sem dificuldades, que Scar não tem boas intenções, as personagens, pela ligação familiar que têm, estão em negação e não o tratam como a ameaça que ele significa, dando-lhe poder.

Como não podia deixar de ser, no final o bem vence o mal e a criança percebe perfeitamente que este último não compensa pelas consequências que tem.

 

5. Inteligência emocional

Este é dos filmes mais emotivos da Disney e dos que melhor retrata a relação de causalidade entre os sentimentos e comportamentos.

Scar é motivado pela inveja, ganância, ambição e sede de poder, Simba foge pelo sentimento de culpa que sente pela morte do pai, pelo luto e o medo da rejeição da alcateia, Timon e Pumba criam o Simba pela proteção e sentimento de segurança que este lhes proporciona. Contudo, não só as personagens más têm sentimentos negativos e nem só as personagens boas têm sentimentos altruístas, há uma normalização dos sentimentos menos positivos, sensibilizando para a importância de os gerir da melhor forma.

Quem não se recorda do reencontro entre Simba e a Nala que fez com que em vez de ficarem contentes pela felicidade do amigo, Timon e Pumba mostrassem ciúmes e vontade de os separar?

 

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Márcia Ferreira, Técnica Superior de Educação