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Este jogo surge da vontade de uma mãe invisual querer dar continuidade à Terapia da Fala no tempo de férias, estimulando a consciência fonológica do seu filho.
Este é um domínio muito importante para a aprendizagem da leitura e da escrita e estava a ser estimulado, com a criança, nas sessões de terapia da fala (na presença da mãe).
Mas, como ajudar esta mãe a estimular as mesmas competências na ausência da terapeuta da fala?
Surge a ideia de criar um jogo apelativo e adaptado à criança e à sua mãe.
Mãe e Terapeuta da Fala meteram ”mãos à obra” e assim surgiu este jogo.
Como se joga?
Neste jogo cada casa tem uma cor e textura diferente, correspondendo a diferentes categorias de perguntas.
A cor torna o jogo mais apelativo à criança, as diferentes texturas facilitam a participação activa da mãe e as categorias criadas permitem estimular as competências pretendidas (pela terapeuta e mãe).
Todos os itens de cada categoria estavam devidamente escritos em Braille e negro (o Braille foi escrito pela mãe, o negro pela terapeuta).
Outro exemplo:
Reação da criança e da mãe
A criança adorou o jogo e aprender a realizar tarefas de nomeação, omissão e substituição silábica e nomeação fonémica tornou-se muito mais fácil e divertido.
A mãe, por sua vez, sabe que perguntas fazer ao seu filho e, sempre que este acerta nas respostas, é-lhe dada uma peça do puzzle com o desenho da história “Os músicos de Bremen” (também construído pela terapeuta da fala), que poderá construir no final.
Este jogo pode ser jogado por mais crianças de forma divertida e educativa.
Para mais informações contactem a Psieducare.
Joana Lopes, Terapeuta da fala
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